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“Que o Cordeiro que foi imolado receba a recompensa do seu sofrimento”


Há quase 300 anos dois jovens ousaram ir além de tudo o que se considera “aceitável” para fazer o nome do seu Salvador conhecido. Uma história extraordinária de dois servos que jaz ofuscada, quase esquecida. Os Moravianos sempre foram conhecidos por compreenderem a responsabilidade da evangelização e seu alvo eram povos rejeitados. Dentre esses, dois jovens se levantaram e abriram mão de tudo, não consideraram em nada suas vidas por preciosas, se humilharam diante dos homens para cumprir aquilo que ardia em seus corações. Eles ouviram a respeito de um senhor britânico ateu que tinha tomado 2000 africanos para serem seus escravos numa Ilha no leste da Índia, onde trabalhariam cultivando a terra. O coração dos jovens se contorceu só de imaginar que todas essas pessoas passariam o resto de suas vidas confinadas sem jamais ouvir falar sobre o amor do Pai. Tentaram contato com o dono, se ofereceram para evangelizar essas pessoas, mas a resposta foi imediata e negativa. Seria o ponto no qual a maioria de nós desistiria, para eles foi a motivação para tomar a decisão mais difícil de suas vidas: vender-se como escravo. Eles poderiam suportar o fato de viverem confinados pelo resto de seus dias, mas jamais suportariam saber que tantas almas morreriam sem salvação. O valor da venda pagou a viagem até a ilha, depois disso jamais se receberam notícias dos dois. Passaram o resto de suas vidas trabalhando pela salvação daquelas pessoas. Essa é uma história preciosa, dentre tantas outras de homens e mulheres de Deus que se levantam e ousam cumprir a carreira que lhes é proposta, que entendem que não é justo vivermos uma vida para nós mesmos sendo possuidores de tão grande boa-nova! Mas histórias assim não são tão contadas… Elas incomodam.

 

Há uma canção chamada “Tears from the saints” (Lágrimas dos santos) de uma banda americana chamada Leeland, cujo refrão diz o seguinte: “Existem lágrimas dos santos/ Pelos perdidos e não salvos/ Nós estamos clamando para que eles voltem para casa/ Nós estamos clamando para que eles voltem para casa/ E todos os teus filhos estenderão suas mãos/ E levantarão o homem aleijado/ Pai, nós os guiaremos para casa/ Pai, nós os guiaremos para casa”. Uma letra profunda que só pode ter-se originado num coração que compreendeu o amor de Jesus pelos perdidos e da mesma forma entendeu que é nossa missão trazê-los para Casa. Mas músicas assim não são tão ouvidas, nem tão cantadas… Elas incomodam.

 

Onde estão nossas lágrimas pelas vidas que estão se perdendo, cegas pelo pecado? Secaram ou nunca estiveram em nossos olhos? Onde está uma das principais atitudes ensinadas por Jesus, a compaixão? A igreja (me referindo aqui às pessoas, ao corpo) tem de fato se compadecido daqueles que estão sem esperança? Deveríamos ser conhecidos pelo nosso amor… Mas em que momento deixamos de amar e passamos a acreditar que investir é o suficiente? Terceirizar? Pagar para que os missionários o façam. Não! Abrir o bolso não compra para ninguém o “não ide”. Investir é necessário sim, mas a grande comissão se estende a todos os santos e o ide implica em fazer algo mais. “Porque tive fome, e destes-me de comer; tive sede, e destes-me de beber; era estrangeiro, e hospedastes-me; Estava nu, e vestistes-me; adoeci, e visitastes-me; estive na prisão, e fostes ver-me. Então os justos lhe responderão, dizendo: Senhor, quando te vimos com fome, e te demos de comer? Ou com sede, e te demos de beber? E quando te vimos estrangeiro, e te hospedamos? Ou nu, e te vestimos? E quando te vimos enfermo, ou na prisão, e fomos ver-te? E, respondendo o Rei, lhes dirá: Em verdade vos digo que quando o fizestes a um destes meus pequeninos irmãos, a mim o fizestes” (Mt 25:35-40). Jesus não é o nosso Senhor? A quem devemos seguir? Não é Ele nosso exemplo de vida? Pois este é o coração que ele nos revela, que se quebranta e se compadece dos seus “pequeninos”. Quanto mais próximos nos achegamos à Ele, mais aprendemos a sentir com seu coração. Charles Spurgeon, um pregador britânico do séc. XIX, diz o seguinte: “Se você ficar muito tempo a sós com Jesus, você captará o Seu Espírito; você será inflamado com a chama que queimava em Seu peito e que consumia a Sua vida. Você chorará com as lágrimas que caíram sobre Jerusalém quando Ele a viu perecendo; e embora você não possa falar de forma tão eloqüente quanto Ele falou, naquilo que você diz deverá haver algo do mesmo poder que havia nEle e que emocionava os corações e despertava a consciência dos homens”.

“Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo (Mt 28:19). A grande comissão é uma só e se estende a todos nós. O chamado é um só e se estende a todos nós. A responsabilidade dos que se perdem também se estende a todos nós. Certa vez ouvi o Pr. Edward Luz dizer a respeito de pessoas que usam a famosa frase ‘se Deus me chamar para missões, eu vou… Mas Ele não me chamou’ : “essas pessoas acabam jogando para o próprio Deus a responsabilidade de não terem sido ‘chamadas’”. A grande verdade é que a maioria das pessoas nunca se dispôs de fato à obra para deixar que Deus falasse com elas. Sophia Muller, a missionária americana que passou quase 4 décadas evangelizando entre os índios, quando questionada a respeito de seu chamado respondeu: “eu nunca recebi um chamado, eu li uma ordem e obedeci”.

 

O ide abrange o mundo, assim sendo o exato lugar em que você se encontra está incluído. Todos somos chamados a ir, uns às nações, outros à comunidade local, ainda assim chamados à ir. Alcançar almas perdidas não se limita a quatro paredes de uma igreja (agora no seu sentido físico), o ide as transpõe. Que o desejo do seu coração não seja entender qual é o seu chamado, esse você já tem, mas entender qual o seu papel na obra de Deus. Para isso é necessário primeiro um coração apaixonado, que compreende e vive o grande amor dEle pelo mundo. Depois disso, uma alma cingida de humildade e disposição, ciente de que servir implica em sacrifício e renúncia, as quais nunca serão nada se comparadas ao que Jesus renunciou para tomar sobre si o peso e a dor dos nossos pecados. Histórias como a dos jovens moravianos devem nos inspirar, e não incomodar. Nossos corações devem ser tomados de desejo por alcançar vidas e nossas orações devem se estender aos perdidos. Isso é viver o cristianismo em essência e simplicidade, tal qual Jesus nos ensina. E que no mais íntimo do seu ser permeie a mesma motivação daqueles dois valorosos jovens moravianos que, ao embarcarem no navio rumo ao seu destino, gritaram àqueles que, com lágrimas, davam os últimos acenos de despedida:“Que o Cordeiro que foi imolado receba a recompensa do seu sofrimento”. Fomos comissionados e nossa missão precisa ser completada.

 

Para terminar, cito a frase do Pr. Santareno: “onde houver uma necessidade, há também um chamado”. Seja a diferença onde você está. Seja a diferença hoje.

 

“Mas em nada tenho a minha vida por preciosa, contanto que cumpra com alegria a minha carreira, e o ministério que recebi do Senhor Jesus, para dar testemunho do evangelho da graça de Deus.” (At 20:24)

 

“…apresenteis os vossos corpos em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus…”(Rm 12:1)

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A vontade de Deus para sua espera

No ministério sempre existem momentos que você é impulsionado pela visão bíblica, mas chamado por Deus para esperar. A espera pode ser desencorajante e difícil. Então o que seria esperar de uma forma que te fizesse um participante no que Deus está fazendo, ao contrário de alguém que sofre contra a espera? Deixe-me sugerir algumas coisas.

Lembre-se que você não está sozinho

Enquanto você espera, fale para você mesmo, repetidas vezes, que você não está sozinho. Lembre-se que você é uma parte de um vasto grupo de pessoas que foram chamadas a esperar. Reflita na história bíblica. Abraão esperou muitos anos pelo seu filho prometido. Israel esperou 420 anos pela libertação do Egito, e outros 40 anos antes que eles pudessem entrar na terra que Deus lhes prometeu. O povo de Deus esperou, geração após geração, pelo Messias, e a igreja agora espera Sua volta. O mundo inteiro geme enquanto espera pela revelação final de todas as coisas que Deus prometeu. No ministério, é vital entender que a espera não é uma interrupção do plano de Deus. É o próprio plano de Deus. E você pode saber que: o Senhor, que te chamou a esperar, está contigo na sua espera. Ele não foi embora fazer outra coisa, como o médico que você está esperando para ver. Não, Deus está perto, e Ele fornece tudo que você precisa para estar apto a esperar.

Entenda que a espera é vívida

Usualmente nossa visão de espera é a do consultório médico. Nós a vemos como uma perda de tempo sem sentido, como um homem preso não tendo nada a fazer senão fotocopiar receitas das páginas de uma revista feminina.

Nossa espera em Deus não pode ser entendida dessa maneira. O tipo de espera, a qual nós somos chamados, não é inativa. Ela é muito positiva, proposital e espiritual. Ser chamado a esperar é ser chamado à atividade de lembrar: lembrar quem eu sou e quem Deus é. Ser chamado a esperar é ser chamado à atividade de adorar: adorar a Deus pela Sua presença, sabedoria, poder, amor e graça. Ser chamado a esperar é ser chamado à atividade de servir: procurando maneiras de ajudar amavelmente e encorajar outros que também foram chamados a esperar. Ser chamado a esperar é ser chamado à atividade de orar: confessar os sofrimentos do meu coração e procurar a graça de Deus que me chamou a esperar. Precisamos repensar a espera e lembrar a nós mesmos que a espera é, em si, um chamado à ação.

Celebre o quão ínfimo é o controle que você tem

Devido ao constante esforço no ministério, ser um pequeno deus sobre uma porção da criação é fútil, a espera, portanto, deveria ser um alívio. É um aviso que eu não tenho tanto poder e controle como eu pensava que tinha. Quando sou chamado a esperar entendo novamente que não devo carregar a minha igreja em meus ombros. Posso ter responsabilidades dadas por Deus em várias áreas, mas isso é vastamente diferente do que imaginar que tenho soberania em qualquer delas.

A igreja é chamada a ser carregada nos ombros competentes do Salvador, Rei dos Reis. A responsabilidade do meu trabalho é descrever o caráter e comportamento desse Rei que me chamou para o Seu Mundo. Para o restante eu sou livre em confiar n’Ele, e por isso eu sou muito, muito agradecido! Ele realmente tem o mundo inteiro em Suas mãos.

Celebre o comprometimento de Deus pelo Seu trabalho de graça

Enquanto você espera, reflita em quão destruído é o mundo em que você se encontra. Reflita em quão persuasivo é o seu sofrimento com o pecado. Então, celebre o fato de que Deus é comprometido de diversas maneiras, grandes e pequenas, nas quais Sua graça está em ação para cumprir Seus propósitos em você e naqueles a quem você ministra.

Quando se trata do continuo trabalho da graça, Ele é um Redentor insatisfeito. Ele não irá abandonar o trabalho de Suas mãos até que tudo esteja totalmente restaurado. Ele exercitará Seu poder de qualquer forma que seja necessária para que nós fiquemos totalmente redimidos desse mundo quebrado e libertos do pecado que nos tem mantido presos. Celebre o fato de que Deus não irá abandonar o processo da graça na sua vida e no seu ministério a fim de proporcionar a você um conforto, prazer e facilidade momentâneos, que você não teria no seu momento de exaustão, desencorajamento e fraqueza. Ele simplesmente te ama tanto que troca gratificação temporária por glória eterna.

Deixe sua espera fortalecer sua fé

Enquanto penso em espera, eu sempre lembro o que é dito de Abraão em Romanos4:18-21. A passagem nos conta que por ter esperado, Abraão teve sua fé fortalecida. Não era isso que esperávamos, era? Nós tendemos a pensar que, por ter recebido uma promessa de Deus, uma pessoa iniciará sua espera com uma fé vibrante. Mas, como a espera se arrasta, parece que a fé vai se enfraquecendo gradualmente. Então, por que a fé de Abraão, em geral, cresceu mais forte? Devido ao que ele fez enquanto esperava. Durante sua espera, Abraão se tornou um estudioso do poder e do caráter de Deus, e quanto mais ele via Deus pelo que Ele é, sua fé se tornava mais forte. Ele meditava na glória de Deus, não na dificuldade da sua situação.

Existem três formas nas quais, como Abraão, você pode deixar a espera fortalecer sua fé. Você pode reconhecer que a espera é uma oportunidade para conhecer melhor a Deus através do tempo gasto com Sua Palavra, desenvolvendo assim um profundo senso do Seu caráter, sabedoria, poder e propósito. Segundo, você pode reconhecer que a espera é uma oportunidade para conhecer melhor a si mesmo. Enquanto espera, e como seu coração vai se revelando, você tem a oportunidade preciosa de se tornar um estudante do seu próprio coração. Quais pecados, fraquezas e sofrimentos Deus tem te revelado durante a espera? Quais deuses falsos e mentirosos foram revelados, tornando a espera difícil? E terceiro, você pode reconhecer que a espera é uma oportunidade para conhecer melhor os outros, como os corações deles são similarmente revelados. Isso pode te oferecer uma preciosa oportunidade para ministrar mais efetivamente àqueles que você cuida.

Determine-se a crescer forte, mais efetivamente, e mais cheio de fé enquanto você espera. Isso é, depois de tudo, a chave para a intenção de Deus.

Conte suas bênçãos

Vital para uma espera produtiva é o comprometimento em resistir à queixas e reclamações que sempre nos raptam. Para lutar contra essa tendência, aprenda a numerar suas bênçãos enquanto espera.

Uma vez escutei um líder missionário contar a história de como ele temia uma viagem extremamente longa. Então, um pensamento veio a ele de que esse tempo aprisionado atrás do volante do seu carro era, de fato, uma oportunidade. Ele decidiu que, a medida que ia dirigindo ele agradeceria a Deus por cada detalhe de benção e graça que ele poderia recordar, começando pelas suas lembranças mais antigas. Dirigindo horas após horas, ele recontava a Deus ano após ano, década após década, benção após benção. No fim da sua viagem, ele não tinha chegado às memórias do dia atual. Como resultado, ao invés de terminar sua viagem exausto e entediado, ele a terminou alegre e transformado. Ele viu sua vida através de novos olhos, com a presença e a provisão de Deus em sua vida com uma claridade e compreensão que ele nunca antes tinha vislumbrado.

Em contraste, a espera sempre se torna para nós um exercício de nos relembrarmos o que não temos. Como seria melhor, mais frutífero, mais alegre, entender a espera como uma oportunidade para recontar as muitas coisas boas que nos foram dadas na nossa vida – coisas que nós nunca poderíamos ganhar, atingir ou merecer.

Aspire pela eternidade

Existe ainda algo a ser dito a respeito da espera: Deus quer que a espera me faça aspirar pelo lar. Quando considero isso, eu sempre me lembro dos acampamentos. Suspeito que todo o propósito do acampamento é para te fazer agradecido pelo seu lar. Quando você acampa, tudo é mais difícil de quanto se está em casa. No começo até que é divertido. Mas três ou quatro dias lá e você começa a ficar cansado de ter que fazer a fogueira, lutar por água potável e ter que pescar para o jantar. Silenciosamente (ou não tão silencioso) você começa a aspirar pela sua casa.

Esperar é feito para que você lembre que vive “entre o agora e o ainda não”. Sim, existem muitas coisas pelas quais somos gratos nessa vida, mas esse lugar não é nosso destino final. Você está numa habitação temporária num local temporário. Na vida e no ministério experimentados aqui, existe somente um aspecto ou outro que pode te lembrar que esta não é sua casa. As dificuldades da sua vida presente e do seu ministério falam claramente: esse não é o destino final. A espera é feito para produzir em você uma insatisfação com o status quo que honra a Deus. A espera é feita para te fazer faminto, para produzir em você aspiração. Para que? Para estar em casa – em casa com seu Senhor para sempre, casa em que não haverá mais pecado, casa num mundo feito novo completamente. Enquanto espera, continue dizendo para si mesmo: Esse não é meu destino final…

Nesse momento, na sua vida pessoal ou ministério, de alguma forma, talvez várias delas, Deus está te chamando a esperar. Quão bem você está esperando? A sua espera tem produzido em você uma fé mais forte? Ou fraca? A forma que você espera te aproxima de Deus? Ou afasta d’Ele? A sua aproximação com a espera tem te ajudado a lembrar de todas as bênçãos que você tem sido regado? Ou ela tem te tentado a continuamente ensaiar sua lista de desejos não atendidos? A sua espera tem servido para te ensinar as verdades acerca de si mesmo? Ou ela tem te feito apenas mais cego sobre você mesmo e nervoso sobre suas circunstâncias? A forma como você espera te incita a alcançar além e ministrar melhor para os outros ou simplesmente te afunda dentro do drama claustrofóbico da sua própria espera?

Em cada caso, é a sua escolha. Tome posse da graça que Deus põe à disposição. Todos esses resultados são dependentes do que você escolhe: Deus ou si próprio, fecundidade ou futilidade, Sua poderosa graça ou sua débil vontade. Sempre se lembre de que Deus nunca se separa da sua espera. Ele é o Senhor da espera. Ele é o doador liberal da graça para a espera. Porque sua espera não está fora do Seu plano, sendo ela é uma parte vital e necessária dele, Ele está contigo na sua espera. E se lembre que Deus não está atrás do sucesso do seu ministério, Ele está atrás de você. Então, enquanto espera, diga a si mesmo repetidas vezes: Esperar não é somente o que eu ganho no final da espera, mas o que eu me torno enquanto espero.

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Dia e noite antes do juízo: a história de Sodoma e Gomorra

Uma das histórias mais chocantes da antiguidade. O relato do livro de Gênesis traz surpreendentes verdades sobre o amor e a justiça de Deus.  Confira essa exposição dos capítulos 18 e 19 de Gênesis, na reunião de Jovens, Sábado 24 de Setembro, às 19:30.

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11/09

11/09 – por Marcos Muszinsky

Pessoal,
gostaria de compartilhar um vídeo postado pelo John Piper. Uma breve reflexão sobre o 11/09.

Os Muçulmanos são culpados por tudo isso?
Ou as 3.000 mortes são o juízo de Deus sobre o povo americano?

Esses ou aqueles não mais ou menos culpados. A verdade revelada na Palavra é que, todos somos culpados
e dignos da ira de Deus.
Não devemos nos admirar pelas torres que caíram, devemos nos admirar porque não caíram sobre nós.

Texto base:

Lucas 13:1-5
“Naquela ocasião, alguns dos que estavam presentes contaram a Jesus que Pilatos misturara o sangue de alguns galileus com os sacrifícios deles. Jesus respondeu: “Vocês pensam que esses galileus eram mais pecadores que todos os outros, por terem sofrido dessa maneira?

Eu lhes digo que não! Mas se não se arrependerem, todos vocês também perecerão. Ou vocês pensam que aqueles dezoito que morreram, quando caiu sobre eles a torre de Siloé, eram mais culpados do que todos os outros habitantes de Jerusalém?

Eu lhes digo que não! Mas se não se arrependerem, todos vocês também perecerão”.

Vídeo:
(infelizmente está em inglês, vamos treinando para o English Service!)

http://www.desiringgod.org/blog/posts/longing-for-the-muslim-world-on-911

Marcos Muszynski

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